O eclipse passou em Agosto e grandes mudanças aconteceram sobre a minha vida. Mudanças internas e externas. Estou melhor do que nunca.

E sem tempo para blog.

A única coisa que deixarei por empatia aqui para você, mulher negra, que raramente me lê, é que a metafísica está na contramão da ciência. Muito se crê no ocultismo e muito se apega ao destino por carência de informações “científicas”.

Negralismo é sobre capital cultural, e o cc de hoje é matemático, físico, informático, automatizado. Eu continuo sem fumar. E meu corpo não tolera mais etanol. Meu corpo é meu santuário.

Eu continuo estudando astrologia, mas eu sou eu, eu tenho bases sólidas de ciência, sou ateia (não pandeísta, não agnóstica) estou fazendo o caminho inverso para fins pessoais. Minha vida pessoal é pessoal. Eu vou finalizar com o que eu já disse:

a metafísica está na contramão da ciência. Muito se crê no ocultismo e muito se apega ao destino por carência de informações “científicas”. 

Negralismo é sobre capital cultural, e o cc de hoje é matemático, físico, informático, automatizado.

Que vençam os melhores (isso não são votos, são previsões óbvias rs).

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[EM CONSTRUÇÃO, TALVEZ VÍDEO…]

Eu Dançando =D

Publicado: 30 de abril de 2017 em Sem categoria

Você, Negra, se identifica?

Publicado: 30 de abril de 2017 em Sem categoria

apenas dois tipos de pessoas interessadas em minha pessoa:

1° Haters

Haters compõem a maioria dos sapiens que se dispõem a prestar atenção em mim e minha vida, porque eles são movidos por um ímpeto bastante masturbatório: me destruir por inveja ou sensação de ameaça aos seus privilégios (às vezes se fazem de amigos apenas para me sabotar).

2° Fetichistas

Os fetichistas nutrem fantasias sexuais comigo e por isso se dispõem a prestar atenção em mim. Geralmente eles são convertidos em haters.

Você prestou atenção que eu grifei e sublinhei a palavra apenas no primeiro parágrafo desse texto? Então, é só isso mesmo. Nem mais, nem menos. Não há mais nada a se dizer, é só isso mesmo. Se você for inteligente mesmo, esse texto em si vai te resumir a condição da mulher negra. Fim.

What Haters Serve For?

Publicado: 11 de abril de 2017 em Sem categoria

Haters are or envious or privileged people trying to deny and protect their privileges.

But it’s very “interesting” this behavior of haters..:

They first expend their empty lives gossiping and trashing you.

Alright…

The second step so is to propagate an idea that was yours.

Haters are thieves of ideas. Some people call this Cultural Appropriation. Perhaps. It depends on. Are we integrating this function of a power over this curve? So, we call it “Cultural Appropriation”. Cool. But, are we talking about only a specific point? So, Idea Stealing. Right?

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I talked about Cultural Appropriation  <<< here.

That is a behavior so ancient in humanity…

Well, watch out haters and their hated people. Hate is only the first step of a dishonest path.

Of course, haters, for having no talent and being nothing more than fucking unproductive parasites, will invest in a more charming and attractive appearance, to sell their stolen ideas easily. As they pretend not reading “you”, since they hate “you”… Right?

On the other hand, I am very grateful to the fairies and unicorns, that’s a behavior only of males, not females. Vaginas turn people in angelical and very honest persons. Also very empathetic. That’s scientific, didn’t you know that? So, here, I am strictly talking about men.

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This never happens

I recommend so the assassination of all men, and so the dishonesty on world will stop. What fantastic world this would be.

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Listen, people love ideas thieves because people love being cheated. If you are thinking about the career of idea stealer, don’t you think twice, it’s very profitable.

People don’t appreciate the truth because… Well, I talk about that a little bit here.

Of course, yeah, it’s all about Energy and Time War. We have honest people trying to make their own works, and parasites. Of course. And of course I am talking only about men. And some kind of black women, which we know they look like men sometimes, nuh? I mean… they are so brutal and masculinized…

And don’t wonder if soon, if not already, you see feminism sounding as… Negralismo.

Repeat after me:

STEP 1 : Demonization!

STEP 2: Cultural Appropriation/Ideas stealing.

STEP 3: SUCCESS!!!

The system works because their sons are just as it is!!! Have a great life!

P.s: Sometimes I’m afraid of people thinking that I am being ironic, well, sorry for that, but, if it’s not well clear, if you don’t want to deal with dishonest people, walk only around women. You will be safe. So, again, have a nice life…

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OÙ EST LA BLOGGER?

Publicado: 7 de abril de 2017 em Sem categoria

So do you want clues about where the blogger here is?

She is fed up.

Bitter.

Not blind to your cynical behavior.

Not interested in playing your foolish games of lies and fakeness.

Not available to be your toy or personal adviser.

Not interested in being your heroine or idol.

Not interested in your interest about her and her life.

AfromisóginAs* quando não te subestimam na entrada,

Te invejam na saída.

* e afromisóginos.

Stop playing the worried kind about that poor intolerant and unfair black woman that just have made so many grave accusations about you. This role, yeah, it works with average people, true, but with the wiser ones… no… So, your mask falls down there.

I recommend you pretend to have a little bit more of grudge, instead. It would sound more “verossímil (Portuguese word)”.

This eternal role of comprehensive and self-sacrificing in front of my bad behavior… This doesn’t fit.

But, yeah… You have a WHOLE SYSTEM to take advantage of. Yeah, you’re right. 🙂

But…

O QUE É O NEGRALISMO?

Publicado: 7 de abril de 2017 em Sem categoria

Sempre me sinto falando grego.

Negralismo é uma releitura sociopolítica AFROGINOCENTRADA que desromantiza a natureza humana (mesmo humanos com buceta) e a própria Natureza.

Para que mais textos diante de mentes tão sagazes e melhores que a minha?

Não entendo o cinismo a incompreensão alheia diante do que é Negralismo.

Manual do Bom Fã

Publicado: 28 de fevereiro de 2017 em Sem categoria

Eu tenho meus ídolos e é interessante meu comportamento diante deles. Admiro muito o trabalho, os que eu gosto. Os que eu não gosto, devido ao histórico de talento da pessoa, procuro entender para romper conservadorismo meus. Com o surgimento das redes sociais, posso seguir meus ídolos. E sigo E me enfadonho porque não me sinto interessada nas viagens eles fizeram,as festas de aniversário que foram, quem estão namorando ou o novo instrumento que compraram. Também não ligo para os seus cachorros. Ou onde foram passar o fim de semana. O que me faz estacionar a minha navegação são os trabalhos novos dos meus ídolos. A boca até água. Fico de olho. Se estarão na América Latina fazendo concertos então, preciso anotar na agenda.

Bem, eu não sou fã dos meus ídolos ao que parece. Não sei muito da biografia não profissional, e nem do histórico de romances. Não conheço os filhos. E nem fico indignada com as opiniões políticas diferente. Se são racistas ou machistas, eu apenas boicoto. Mas não me dói. Meu dia não para. Não faço discurso aclamado de decepção. Decepção com o que? Eu nem conheço a pessoa.

O meu problema é que eu sou uma péssima fã. Fãs verdadeiros tem uma relação com os seus ídolos de capricho e umbiguismo. Do fã. Eles objetificam os ídolos, ressignificam eles, se importam com a vida particular dos seus ídolos, e alimentam os tabloides que lucram com a invasão de privacidade dos ídolos. Tampouco, o fã, tem consciência ou empatia sobre o que é ser um ídolo. Uma pessoa comum, mas muito exposta, visada e idealizada. Escrava do ódio contido do fã. Porque, entenda, o ídolo é o bem de consumo de fã. Aquela pessoa que ela, para protelar a desconstrução da própria miséria, devotou atenção e levou a um plano muito próprio e virtual, dentro das suas próprias certezas de que ela e o ídolo nasceram um para o outro. Quero andar com essa pessoa. Queria morar perto dela. Seríamos grandes amigos pois eu a conheço bem, consumi todas as suas obras, e assisti todas as entrevistas, sei também da infância difícil que teve….

Fã é, pra variar, uma bosta. Eita pessoa cega. E eita pessoa umbiguista. Agora, imagine você ter mil, um milhão dessas pragas. Ah, o dinheiro entra. E, por isso, só por isso, se tolera tanta invasão de privacidade, tanta surdez, tanta idealização. A pessoa pode ser a mais transparente possível, mas há uma grande diferença entre o trabalho do artista, inclusive sua face profissional, seu alterego, sua “relações públicas ” e o indivíduo. O indivíduo, pra início de conversa, é um primata. Um primata. Um primata artista, ok, mas um primata. Seu trabalho é divino. Sua juventude é bela, o padrão do tempo, ok, mas este primata não é estático. Há bastidores. E bastidores que nem ele mesmo tolera mas mantém no porão para não ser perseguido ou destruído por grandes empresarios, primatas egoicos com poder, ou pelos mídias, outros primatas egoicos com poder. Poder alimentado pelas massas de fã. Uma massa acrítica e carente. Que se aliena fácil e só causa preguiça. Porque não é mais uma pessoa, ídolos tem volume de fãs, não o pai, a mãe. O namorado. Antes fosse. Só você apanhar as malas e abandonar essas malas que ficam te encoleirando.

Mas… Adianta falar com fã? Ainda mais quando é uma massa? Não adianta.

‘Eu te amo’. Não, não ama pois não me conhece. ‘Mas eu consumi todas as suas obras’ . As obras são uma parte de mim, uma parte que talvez nem eu curta, que me doa lançar, porque é comercial. É a vendável. É para eu não morrer de fome nessa área chamada Arte, que demanda consciência das massas para não ser elitista. Ou marginalizada. ‘Mas você é tão bonito’ … Eu me destruo todos os dias, para você não me odiar, apesar de eu a princípio só querer tocar piano ou cantar. ‘Você não tem uma celulite, vi de perto no show’ . Eu não te aguento. Você me faz mal. ‘Não, eu te amo, sou seu fã’ . Não, você ama a minha performance que é um produto para te agradar, eu sou um produto para que a minha arte seja consumida. E muitas vezes preciso degradá-la por ela não ser compreendida e vendável.

Há tanta mentira entre o produto comercial e o ídolo que até o indivíduo – um primata, que caga, que têm vícios capitais, entenda, que é machista ou infantil, que pouco tempo tem para ler e se politizar, que vai degradando a saúde com drogas e intervenções estéticas – não se reconhece. Entenda que não é uma relação de amor esta entre o fã e o ídolo. É uma relação de destruição do indivíduo que não é livre, mas prisioneiro da norma. O trabalho dele, ok, e ele ganha pra isso. Só que nem todos são pagos pra isso. Imagine quando o artista é uma mulher negra. Imagine as condições que todos cobram para ela ter sua arte defendida. É feminista? Primeira coisa. Ah, que pena, o único cargo além de ser baba ou empregada que estamos disponibilizando vagas para negras é o de feminista. Queer de preferência. Com eventuais Frases marxistas. É padrão? Não? Tudo bem. Vamos te colocar nos bloquinhos de ativismo. É padrão? Ótimos retornos mas seja o mais glamourosa possível.

Fora dessas condições, as artistas não conseguem vender a própria arte. Viram escravos da indúst…

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHA

Você acha mesmo que a otária aqui está para lançar a culpa numa entidade metafísica?

O artista é escravo do próprio fandon. O próprio fandon vai ditar como ele deve ser e o que ele deve vender. Piano? Você toca piano? Mas é preta. Não é homem. É preta. Quer ser pianista sem mostrar a bunda? Pra que serve uma preta? Quem você pensa que é?

O que? É artista e quer ter uma rede social para se expressar livremente? Você por acaso é homem branco? Ou reproduza os discursos da minha liberdade ou seja perseguida.

O fandon é o pior inimigo do artista.

Se você é uma artista negra, e está lendo esse texto, há duas escolhas nessa vida: fazer arte ou se tornar um produto.

É aquilo que eu digo, viver de arte não é para qualquer um. Você não pode ser apenas uma habilidosa escritora que lança obras interesantes que a massa até acredita ter sido um lance seu de sorte e não talento. Você tem que ser marionete do seu fandon filho da puta. E isso é mais uma  questão misógina e racial do que um vício de mercado. Se você mesma fizer a nobre gentileza de refletir por si mesma ao invés de ter tudo mastigadinho da minha mente para a sua boquinha conectada ao seu ânus,você pode começar fazendo paralelos de quais tipos de pessoas são mais perseguidas por fãs ávidos para saber de suas vidas pessoais com o intuito de procurar razões para alimentar o sentimento mais primário, o da destruição. A afromisoginia, entenda, é um algoritmo ocidental. O fã antes de fingir amar, odeia o que é negro de buceta. O fã é afromisógino. Quando ele vai caçar sobre a sua vida, é apenas a sua essência afromisogina inquieta e em busca de razões para te odiar. Isso vai desde a celulite até, principalmente, as suas críticas ao racismo ou afromisoginia.

Pau no cu dos fãs. Pau no cu deles.

Os 5 mitos sobre a doença celíaca

Publicado: 25 de fevereiro de 2017 em Sem categoria

Hoje existem uma séria de equívocos sobre a doença celíaca como por exemplo saber o que é ser sensível ao glúten e ser celíaco de fato. Algumas pessoas estão se auto diagnosticando celíacas sem ao menos consultarem médicos e realizarem exames. No post de hoje, publicado pela US News, comentamos a fundo quais os mitos da doença que você realmente precisa saber.

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Hoje iniciamos uma série de post sobre como a doença celíaca afeta o cérebro. Geralmente observamos a relação entre a doença celíaca e nosso corpo através de sintomas intestinais. Uma pesquisa feita pelo Dr. Hadjivassiliou mostra que devemos pensar diferente, e que o cérebro pode ser mais um dos órgãos afetado pela doença.

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