À VENDA AQUI

Estou com pressa, para variar, numa correria danada, mas vou te recomendar esses dois livros maravilhosos da série Projeto Reset, meu livro de ficção científica.

  • Sinopse:

Lúcio é um bibliotecário neoateu que é recrutado por uma poderosa elite intelectual para uma missão de exterminar mais de noventa e oito por cento da humanidade, inclusive todos os livros e materiais que pudessem contar a História atual da humanidade. Num mundo onde a palavra Deus é demasiadamente proibida, e só existem adultos e crianças ateias, Lúcio se sente impelido a registrar o que aconteceu, e por meio de seus registros que podemos ficar sabendo como uma sociedade humanista secular teve êxito em seu plano de eliminar qualquer vestígio religioso do planeta. Um triller emocionante e impactante que com certeza vai mudar sua percepção sobre a humanidade e inclusive sobre a vida. O Livro Fachada é o primeiro volume da trilogia Projeto Reset e é só o início de uma misteriosa e instigante aventura. Um livro misterioso e subversivo que discute diferentes tipos de ideologias políticas contemporâneas em forma de ficção científica. Um livro que não dá para se julgar pela capa, pela sinopse, e nem por seu primeiro volume. Um livro fachada.

Entrevista na revista biblioo.info

http://biblioo.info/projeto-reset/

  • Book trailer:

Tanto o volume 1 (O Livro Fachada) e o volume 2 (O Livro Masturbatório) estão à venda POR MIM MESMA. Peça já o seu. 😉

Algumas críticas sobre o livro:

Tão bom que poderia virar filme
Confesso que ficção não é o tipo de leitura que mais me atrai, pois geralmente não me sinto identificada com a história. O livro do Aman foi surpreendente neste aspecto. Eu poderia ser uma, ou até mesmo mais de uma, de suas personagens. Aliás, a construção das personagens não é plana, há profundidade e um cuidado maravilhoso em não perpetuar estereótipos femininos, que é uma das características que geralmente me fazem desistir de ler livros de ficção. Fora isso, a narrativa original e não-linear do livro (existem capítulos fora de ordem que podem alterar a maneira com que leitoras e leitores serão impactados pelas informações), repleta de surpresas e reviravoltas que nunca poderiam ser adivinhadas também dão dinamismo à leitura, fazendo com que o interesse despertado seja mantido até as últimas páginas (e para além delas).

Saindo do campo da literatura e partindo pra política (não que uma coisa esteja separada da outra, mas só para fins de análise mesmo), em um contexto de retrocessos causados pela avanço da bancada evangélica no Congresso Nacional, ler uma ficção em língua portuguesa que conta a maneira como a religião foi excomungada do planeta foi como ter a visão de um oásis no meio do deserto. Se eu fosse milionária, produziria um filme com este livro, tendo a certeza de que ele seria bastante criticado pela parte conservadora da população, mas certa também de que a parte progressista – verdadeiramente progressista – se sentiria tão representada quanto eu ao assisti-lo. – Natacha Orestes

De leitura acessível, leve e cativante. Extremamente instigante do princípio ao fim, com uma trama recheada de enigmas, reviravoltas e suspense que deixam o fim quase impossível de ser previsto.

A escrita em forma de relatos deixa a leitura mais pessoal e íntima, nos fazendo ter certo apego aos personagens. E eles são o que há de melhor no livro. Todos muito bem construídos e singulares. Apesar do narrador principal ser o Lúcio, a história é repleta de mulheres negras fortes, inteligentes e independentes, que encabeçam o audacioso projeto. De fato, algo incomum de ser encontrado na literatura popular, porém sem deixar de ser cru e realista, de escancarar o racismo, misoginia e a hipocrisia, mesmo dos mais bem intencionados recrutados pelo Reset.

Além de levantar indagações sociais e políticas, o livro também desperta questionamentos a respeito do que chamamos de natureza humana, o descontentamento com a realidade e o sonho universal de transformar o mundo em algo melhor, porém de forma singular e incomum. Apesar de lembrar o Manifesto Scum em alguns pontos.

Não posso dizer mais nada, pois estarei dando spoilers! Super recomendo o livro. – Cássia Lins

A escritora consegue desenvolver uma narrativa leve e fácil,porém sem transformá-la numa história descartável.Leitura emocionante que nos deixa curiosos para saber o que vai acontecer,além de conter críticas sociais que nos fazem pensar o tempo todo.A recomendação vai para adultos e também para adolescentes,pois o livro além de entreter permite que estes entrem em contato com análises da sociedade sem que tenham que se debruçar sobre leituras pesadas que não os conseguiria prender por muito tempo. – Laís Lemos

Uma história interessante e bem estruturada. Ótima leitura que recomendo. O livro é instigante, os personagens bem delineados e a toda hora há uma surpresa, a narrativa segue nos deixando curiosos, aguardando a próxima página, a próxima resposta, o próximo desfecho.
A surpresa do Lucio diante dos cabelos de uma personagem é 10!
Ainda bem que o volume 2 já saiu 😉 – Mirian Valadão

Maravilhoso e cativante
Linguagem simples de entender, enredo cativante, que te prende até o fim, com aquele gostinho de quero mais.
Gostei muito do viés independente e libertário que as personagens femininas tem na história. Algumas passagens me pareceram previsíveis de primeira, mas conforme o desenrolar da história, tudo se encaixou de forma inesperada e satisfatória. Fugiu completamente de todos os clichês que estão no mercado atual.
Apesar de ser uma ficção, o Aman narra alguns detalhes que acredito ser muito possível acontecer num futuro bem próximo, se já não acontece em certo grau, mas de forma mais velada. Principalmente em relação às tecnologias do “mundo novo” criado por ele. (O Tark, os chips e a forma que eles controlam organicamente os sentimentos e analisa o perfil individual das pessoas, etc.)
Me deu vontade de viver no mundo pós-Nódulo, um mundo livre de vícios, amarras culturais e preconceitos! Mal vejo a hora de ler o volume dois. Esperando ansiosamente. – Camila Vertuoso

Esse livro foi uma grande surpresa para mim, já que ficção científica não é o meu gênero literário predileto. A premissa é interessante e a narrativa é ágil – destaque para a parte II, em que acontece uma reviravolta na história. Recomendo muito a leitura! – Rosângela Cavalcanti

Humanity is destined to be irrational

Publicado: 26 de maio de 2019 em Sem categoria

 

CapturarEncontrei esse texto abaixo em inglês e achei bastante interessante. Boa leitura!
https://www.abc.net.au/news/2019-05-26/why-humanity-is-destined-to-be-irrational/11120734

NARCISSISM AND TOXIC SOCIAL-INTERACTION

Publicado: 27 de abril de 2019 em Sem categoria

Tradução : Listen to Narcissismo.m4a by EuroMinding #np on #SoundCloud

https://soundcloud.com/user-828257249/narcissismo-m4a

         It’s important to get to the roots of a problem to understand and to find solutions to that problem. The toxic behaviors within social interactions is one of them.

          It’s easy to try to start on the top, or at a point in a line, or in the middle, but it’s not sustainable because this just bring us easy answers and also comfortable perspectives.

         For understanding why we fail so often and so historically, we have to go back, deep and even upward, at a globally panoramic point, trying to reach transcendence, but avoiding getting lost in our own delusions. It’s not easy, it demands science. And science is not another entity, it’s a process, a systematic and laborious process, quite bitter for busy monkeys.

        But, we have some good contributions from that set of fields, and also bad ones. And that’s ok, science is a process, and this process just can become optimized with several competitive studies, reducing the unpleasant biases.

   So, I choose to start discussing narcissism and toxic interactions considering something that most of us will tend to agree: We didn’t invent this shit. It came before us. We have always been this way, and so our sister Neanderthal, and our mother or grandmother Erectus used to be already toxic and so other animals and other forms of life, including plants.

        Then we could start asking why are we like that and look at what we are like for. We might call that resources, physicists are going to call that energy. But most of us still don’t get what is energy in the end because it’s a word very used and abused in animistic or mystical protophilosofies and the talk may get lost for lack of mutual definition. Notwithstanding I’ll keep the fight for energy (photons) as the core of competitive behaviors, even when it’s masked as competition for “love”.

        It’s valid, in my opinion, to understand these weird concepts like energy, DNA and perpetuation of the species, evolution, primatology and etc for bringing us back to Earth when we discuss competitive behavior and what makes us so toxic. And all that  without being afraid because that makes things less disappointing. We don’t get disapponted when dogs still ate shoes or cats are not so social or emotionally dependable as we demand from them for supplying our own emotional dependences. Because we respect their limitations as canines and felines. While we are stuck  in the idea that we are a kind of fallen angels (borrowing this concept from proto-Jewish mythology) just because we don’t want to admit that we and animals are in the same boat, or arc. And we behave like that exactly for narcissism, the idea that we are kind of unique, special, distinct and, the most important characteristic, that we own more rights than others.

        Those who yet advocates for a lovely mankind, superior to savagery or bestiality will point to some existence of harmonious tribes of humans or even countries. But, as most of us don’t as many of us do not understand the mechanisms of evolution, many of us do not know how to deal with duality, coexistence, diversity or plurality.

        When I say that we are not angels that were taught to be evil by aliens, capitalism, talking snakes (I bet some snakes really spoke to us, after biting our legs, inserting venom into our veins), males or white European, I DO NOT DENY that we learn sustainable cultures. I do the opposite of that actually, I defend that cultures, when developed and taught from grandmas to granddaughters, are focused on the sustainability of the well being of the individuals of the community; and it takes time to be well stablished because it’s very dependent on the environmental conditions; and so it’s broken by hateful and xenophobic invaders. I mean, I defend that we are animals very dependent and easily absorbent of cultures taught in our childhood (especially because our environmental conditions can be unstable) and that these cultures might be good, well projected or developed to the well being of the members of the community, building “healthy”, “good”, “empathetic”, “contributor” humans, BUT, we still keep our instinct of self-protection, “me first”, “ready for fighting”, just in case of the resources are not being so abundant, and the cooperation is not being or doesn’t seem to be profitable in the short term. And when we are afraid, anxious, we tend to think in short term, like we are going to die tomorrow. In a turbulent and conflict-ridden society, we are afraid monkeys that fear for our tomorrow.

        In a large society, full of strange faces, and strange cultures, we are afraid. Afraid of everything. Humans are very tricky. And in a battle they will use all set of tricks to fool others. While some class of children are raised to be naive, gullible, and easily fooled. So they become easy prey for those who have been trained since childhood to be predators.

        Aware of that, we should stop to sit down and study a lot of human tricks for fooling each other. We must study narcissists and narcissistic tricks. And in my experience, when I say that to women, curiously the most naive, they simply don’t give a fuck for studying. They are, first, lazy as fuck for doing research, especially this kind, so depressing. And secondly they really believe that they are too smart for that. They are ready, they are not like the others, fool and naive. “Not me, I’m too smart”. Kind of complex, right? But in my defense I have being quite emphatic: “study about narcissism!”.

        I did, of course, and I still do. It’s one of my 30 topics followed in Quora.com, for example. I still do and I built a theory that Narcissism is a game, not an absolute condition. And it’s not about an absolute victim or empathetic person and her or his predator, it’s about Exploration and Dependence – The Game. Any person can play that game. Differently from the most current paradigm, I don’t feel sorry for the victim of a narc, I accept that that person is in a position of loser in a game that she or he was also playing, competing for resource. In my analysis, the victim doesn’t love the narc, they were there for supplying a dependence that they should first solve, before admitting to be in love. You can’t love someone else without loving yourself. When it happens, it’s not love, it’s a game of interests. The narc is just a better player, with some advantages like, for example, money… power… knowledge… experience of life… age… and the most important: knowledge of the human emotions and their responses. The narcs is a person that play good the game of controlling others’ emotions. She or he controls the emotions of people that don’t even have control over themselves. The loser loses for not being prepared for dealing with humans. And they were in that game for lacking resources. Emotional support is a resource. It can also become an addiction. And the reason for that is that the autonomy of that individual wasn’t developed, probably for the way that their parents raised them.

 

Narcissism is a game, not an absolute condition. And it's not about an absolute victim or empathetic person and her or his predator, it's about Exploration and Dependence - The Game.

 

        However, have in mind that I am not saying that narcs are self-sufficient. They are not. They need to defeat people for supplying their pride, their self-esteem. It gives orgasms to a narc to see that they can make other human, the other wolf, a puppet. It’s like having someone to wash your dishes and do your laundry, giving you resources of free time for relaxing and chilling, but in the narcissistic game the case here is to have an emotional slave, that will always be there available, like our pets.

        It could be something more mutual or cooperative like “hey, I’ll be there for you because we make well each other, ok?”, but… mutualism demands energy. It’s easier to have slaves instead of “you made my lunch, now I’ll wash the dishes”. The narc is dependent of supplies, emotional supplies that will validate their importance and the tomorrow – the dependent will always be there, serving. And to ensure that, the game is quite similar to the Boss versus Employees game, the dependent must to be kept dependent. If your employee earns money enough for having their own business, you are going to losing them. That’s why it’s a economic pyramid set, without an obtuse angle, because for that system remains long, the dependent people can’t never get enough for being satisfied. They must be dependent of the game. And that’s how narcs play, adjusting the illusions and expectations of the emotionally poor player.

        In the capitalism game, sexual expectations and social validation dependencies are still the adjusted and played factors by those on the top of the pyramids. Males go fight for money to buy females and females go fight for the males that can provide them shining items and they can ensure that their emotional dependencies (like children) will be fulfilled until the end. This only works because we are animals, apes, and male animals can kill for sex, so strong is that instinct inside them. Apes are also social animals, not solitary predators, so the instinct for social bonding screams inside us. Who are on top can play with us like we play with laboratory mice. That’s what Facebook and other social media platforms take in consideration when they develop their layouts.  Really cool, right?

 

In the capitalism game, sexual expectations and social validation dependencies are still the adjusted and played factors by those on the top of the pyramids.

 

        If we were really angels, we wouldn’t be so controlled by sexual impulses Resultado de imagem para horny dogor by emotional silliness. Some researchers even claim that if we had more available sex (I am not defending that idea or rape, for fuck’s sake), we wouldn’t have so much violence and conflicts (coming from males). If we were angels, we wouldn’t be puppets of the biochemistry. Angels are idealized beings, superior for having what we really lack as humans, control over our “selves” and self-suffiency.

        While we lack resources, we will be stressed, anxious, silly, competitive and violent. Passive or frontally aggressive, overt or covert narcissists. And without references, war, battles and gossips will be all we have as plan for surviving, because we will fear the tomorrow, and the other will be our enemy and not our potential ally. Although I believe and defend that in some isolated and privileged area, grandmas could build a smarter and cooperative community of human monkeys, unfortunately, Game Theory is a thing and I do recommend to study this shit in order of understanding the game that we are fucking playing.

MY CONTRIBUTION TO THE ECONOMIC RETHINK

Publicado: 23 de abril de 2019 em Sem categoria

I am quite overwhelmed to write, especially because I have things that are particularly more essential to produce as literary and scholarly works. Today for example is a day when I should be writing for an exhibition in my work. So, I plan to be brief here and straight, in my own way of course.

The main problem about Economy in my view is the eurocentrism. Economy is about lack of resources, never abundance (José Eli da Veiga, Brazilian economist and USP professor), so the concept of economy and the human articulation for that will develop better and intensely in areas that I am going to call here hostile areas of the planet.

I’m going to consider the Earth as a heterogeneous system divided into geoclimatic zones, i.e, the Earth is not a big Europe. These zones are very important to be considered and kept in mind because they are quite different, and these differences lead to delicate turns in the evolution process of life.

I also need to start the discussion in a more anthropological way. This studied species here is the Homo sapiens sapiens, a subgroup of apes, humans more specifically, that evolved in Africa. I defend that Evolution is very important in this discussion and I think it’s very problematic to try to discuss social problems ignoring hard and biological sciences, an epistemological problem fruit of intellectual laziness, which is a reflection of arrogance and lack of zeal with the objects of studies. And most of people don’t even know that we are only one in several species of humans, we are not the only humans that have appeared in Earth. Or, in other words, we are not the only rational brains that has evolved on this planet, we are just the only survivors. It’s an additional information here.

Understood that humans are primates, another important point that I must bring to the surface, and a very key point, is that primates are not well-adapted beings to the zones of the Arctic. They were better adapted to the tropical lands, rich in fruitful trees, tropical temperature (the best for the diversity of life, by the way, and that’s why dense jungles and forests like Amazon), and rivers. Few apes can live and survive in cold areas or deserts, and I am going to call these regions hostile areas because of that. They are poor in resources and conditions to the monkeys physiology which implies in few chances of surviving, small populations and stressful interections (conflicts).

Economy is about scarcity of resources, and this scarcity leads to more social conflicts in the games for energy or for the instinct of reproduction, an algorithm that, coupled with the pain of the need for physiological maintenance of organisms, most coordinates the activities and reactions of living beings. So my additional point is that even sex or opportunity for reproduction is considered a resource within and between the species.

So when we, in this modern society, “pos”- Eurocolonization, and now globalized, discuss about economy, we are discussing from the perspective of the apes that more saw Economy as an elementary human need and not an event from their zones or natural habitats. We are discussing the hostile areas problems (artic and dry weather) and not the tropical areas problems, and the apes that live here. So all the discussion about saving resources, scarcity, poverty, hunger and even diseases are mostly invented as a global problem, when it is actually a problem, a deep, vast and permanent problem, from the hostile areas. And if we have had conflicts for resources in the tropical lands it was also due to the culture of stealing and invasion, practiced by apes from hostile areas. And that’s why Africa, for example, is nowadays poor, because it’s actually originally quite rich from the monkeys’ perspective, since it’s a tropical land and has the best conditions for the primates’ lives.

Living in hostile areas is to fight constantly against the forces of nature there, that is where apes don’t belong. And when we want to go against the nature, we invest time and energy in artifices, and then, by rational brains science and technology are better developed since this development has been a case of survival or death. These are considered by the way the great fruits of living in hostile areas and even being hostile (toxic), advanced science and technology. Although the cost for going against nature is an plastic ocean global warming, bioterrorist genocide, food full of pesticides and countless diseases originated by the industrialized life style and the alienation of a life designed for leisure and fun, not work systems.

By the way, work system is another invention brought and imposed by hostile apes over tropical lands. It’s not necessary, and for not being necessary that it wasn’t set up in tropical lands. Accumulation, agriculture, livestock and work system are not tropical needs, but hostile areas needs. And the fruits of living in hostile areas and traveling from culture to culture accumulating several knowledges and sciences from the invaded or visited countries (Africans, India or Asians) called Science and Technology are merely solutions to problems created by themselves. For example, without colonization, Native Americans wouldn’t need vaccine against variola since they kept the habit of living close to animals fezes quite rare instead of making this a life style.

So, having  little time to scrutinize this discussion in more curious details, my key point is that we should stop seeing Earth as an homogeneous system, and Mankind’s needs as Europeans or other hostile apes needs. That’s essential for discussing Economy with lucidity and coherence. We should keep ourselves sober first of all, but for that we must to overcome Eurocentrism and its sophisms, what is a huge challenge for most of non Europeans because it’s not everybody that have the opportunity of studying hard sciences, math, geology, primatology, African History, Native American History, and build finally and bravely a narrative that wouldn’t put European sciences and political plans as solutions. You need to be intellectually privileged and brave at the same time for that. Nevertheless, this is not a whim, but a need to see beyond.

The hostile apes brought a system of complexities and problems to a paradise of simplicity and “infinite” resources, and that’s why we now are discussing Economy. But, what are our needs? Why are lands that some decades and centuries ago used to grow fruits and vegetable everywhere, every seasons, now  nothing but hostile? Why are we constantly sick? Why does the food need pesticides or we will die of starvation, they say? What’s going on? And what if we could leave all the silly ideologies, mostly came from hostile apes cultures and practice the reasonability? Why do we have to work everyday? Are European systems of Economy really our solutions? But, why? I can’t see how smart is to burn a whole forest, to seed a single kind of plant and then invest water, energy and time trying to keep that artificial and unnecessary system and… later… take tones of that plant to a factory and remove the vitamins (color), minerals and fibers from that food. And after that to add bactericide, ignoring that we have important bactérias inside our guts too, and to pack in a plastic which can release substances of suspect effects in our organism in the long term. Is that clever? Is that what clever Norwegian would do if only they could live in tropical lands? I can’t see they doing this! I can see them saying how stupid this system is.

But having this disease of seeing Native Americans, Africans or Aboriginal Australians as inferior, silly or stupid compared to hostile apes won’t lead to ask clever questions, because that’s what dogmas and prejudice do to human minds.

It’s clear that the global economy has an ethnic order, where all tropical lands became the farm for supplying the apes that live in artic areas. And this order is invented and defended, barely questioned. We spend time discussing several conspiracy theories, but things are more simples like the Physics laws and Biology have told us so, apes are animals not well adapted to artic regions and the less effort is also the cleverest . To steal, to lie, to cheat, to kill and to believe without questioning are the easier path taken by stressed hearts, and that has been the game in this large population called Homo sapiens sapiens. However, I ask, how long will the ideology of white supremacy trick us and keep us supporters and slavers of stupid economic systems? How long will we really behave like this, simple and silly apes?

The most probable answer is forever until the end. I see solutions, of course, but I can’t see monkeys being more than that. The limitations of their brains and physiologies are stronger than understanding simple math.


References:

-Desenvolvimento sustentável – desafio do século XXI – VEIGA, José Eli.

– Collapse: How Societies Choose to Fail or Succeed – DIAMOND, Jared.

– Energy and Economic Myths: Institutional and Analytical Economic Essays – GEORGESCU-ROEGEN, Nicholas.

– The Entropy Law and the Economic Process – GEORGESCU-ROEGEN, Nicholas.

Mensagem da “Lorrayne”

Publicado: 10 de julho de 2018 em Sem categoria
Essa moça Lorrayne deixou essa inteligente réplica ao meus texto “Por que prefiro as brancas”.  Já faz um ou dois meses, mas vou deixar aqui. Confesso que ainda não li. Brasileiros me dão preguiça…
A pele negra me remete sujeira, podridão, mazelas, inferioridade racial… Uma mulher negra me lembra rameiras imundas nos becos entulhados e abandonados das favelas, usando suas bocas sujas para satisfazer um homem (marginal) com uma bermuda frouxa em seus quadris demasiados estreitos, um boné falsificado e chinelos nos pés mal cuidados.
Sabe o que também é preto? Fezes, trevas e maldade, é tudo o que me faz pensar quando olho uma mulher negra com seus corpos vulgares, os quadris muito grandes e desproporcionais, as coxas obscenamente grossas, que seriam até atraentes, se já não estivesse castigadas por celulites e estrias como um tronco de árvore apodrecido. Seus braços fortes e masculinizados, as faces grosseiras de ângulos deselegantes e os seus cabelos duros e sujos como o mato de um pântano grotesco.
Uma mulher negra me faz pensar exatamente nisso… Em um cavalo, um animal, um produto de fetiche para satisfazer homens que desejam mulheres com aspecto de outros homens.
Eu gostaria de dizer que eu gosto de negras… Mas fazer sexo com uma negra ou expressar qualquer nível de envolvimento amoroso com essa raça é como me deitar e amar sexualmente e amorosamente um macaco ou um cavalo, eu poderia tentar humanizá-las claro…O mais perto que uma negra está com uma comparação com um humano é ser se a compararmos com uma prostituta. O que seria muito apropriado se considerarmos a porcentagem de mulheres negras no ramo da prostituição ou servindo como vadias particulares de bandidos.
Cavalo, macaco, animal e prostituta… Como amar uma mulher negra se eu gosto de beleza, elegância, vida e pureza?
***
Inverti propositadamente o seu posicionamento racista no texto. Agora eu lhe questiono… Onde termina a opinião e inicia o discurso de ódio em seu texto e o meu?
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O Eurocentrismo do Marxismo

Publicado: 10 de julho de 2018 em Sem categoria

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Obviamente isso é só uma discussão rasa de uma visão mais profunda. E essa falsa dicotomia que geralmente me mandam quando eu critico o comunismo já é reflexo do racismo em si, pois anarquismo é antigo e ultra conhecido, só pra exemplificar.

 

Fim do Blog

Publicado: 11 de junho de 2018 em Sem categoria

Meu filho ontem estava falando desse blog e eu não lembro o contexto. De qualquer maneira foi uma menção muito rápida. Lembro que ele disse algo sobre “deixar de ser idiota” mas era em relação às mulheres negras mesmo na Esquerda em geral. Ele fez 17 anos recentemente.

Eu sei que esse blog é importante e eu mal posso lê-lo sem achar os textos muito foda. É um trabalho muito valioso e se eu tivesse tempo e energia, eu traduziria para o inglês. Há também textos que eu não escrevi como o Por que eu não apoio mudanças bruscas no sistema, o qual análise julgo ultra importante.

Esse blog foi um blog de transição da Esquerda em geral para o Negralismo, tendo como ponto de despedida o feminismo. Tudo que eu criticaria nele seria referente aos traços de feminismo no meu discurso. Mas eu acho que com o tempo eu fui corrigindo isso.

Minha condição hoje é de pouco se lembrar das coisas. Eu tenho doença celíaca e essa é a minha maior dificuldade na vida. Eu e o meu filho a gente conversa sobre o que foi pior, o que eu cortaria da minha vida pessoal se eu só tivesse uma escolha, o racismo, a pedofilia, o machismo, a maternidade ou a DC. Durante anos eu tinha essa resposta na ponta da língua, a maternidade (mas sem machismo a minha maternidade nem existiria). O Rodrigo cresceu ouvindo essa resposta, bem como os problemas de saúde que a gravidez dele me trouxe. E no fim esses problemas de saúde não foram da gravidez, mas porque eu não era uma pessoa saudável. Nunca fui. Eu era anêmica antes de cortar o glúten desde sempre. Não era nem para eu ter engravidado, acredito que não sou fértil. Tinha SOP (antes de cortar o glúten). Então no fim, agora sem ignorância sobre o meu quadro de saúde, eu me arrependo amargamente em primeira instância de ser celíaca pois todo o resto eu superei, mas falta de diagnóstico durante décadas não. E muita coisa que passei, como depressão, e coisas que não revelo a ninguém, foi por causa dessa doença.

O relato acima é pessoal, e intransferível. O que as outras pessoas pensam sobre isso está fora de discussão pra mim. Quem não entende de DC não compreende como é ter um cavalo de tróia concreto sobre o seu corpo físico, limitando seus sonhos, atrapalhando seus esforços.

Saúde é essencial. E eu preferia ter saúde pois foi a única coisa que particularmente eu não superei. A única coisa. Eu cuido da minha saúde mas o mal já está feito. E se eu não tivesse DC, eu teria um happy ending. Eu, Keli, especificamente, teria um final feliz.

Mas ainda assim nenhum do meu discurso sobre racismo, machismo, pedofilia e maternidade sofre qualquer impacto de amenização só por causa das minhas experiências pessoais porque essas coisas não afetam apenas a minha vida.

Eu gosto muito do Negralismo e gostaria de tê-lo conhecido aos 15 anos. Até 21 anos já estaria bom. Eu não teria cursado faculdade de física por exemplo, mas sim engenharia. Não falaria francês, mas espanhol. Não teria sido amante de homem negro. Não teria traído o Marcelo. E apenas conferiria as mulheres se comportando da forma como o Negralismo as retrata, me mantendo distante e poupando minha energia e saúde mental.

E o mesmo eu penso sobre o diagnóstico da minha doença. Mas esse foi o meu curso de vida. Não dá pra mudar e sou sábia demais para me manter fixada em arrependimentos. E apesar do corrente e aparente tom melancólico, eu só estou com cólica. Eu sou uma mulher muito feliz.

Eu me lamuriei ali em cima sobre não ter happy ending, mas você ignora que eu sou hipocondríaca. Eu passo um bom tempo imaginando detalhes sobre o meu velório. Geralmente é uma festa com músicas alegres e debochativas. E aparentemente eu tinha 35 ou 36 anos. Mas quando falo de não ter happy ending é justamente porque sinto a vida curta demais para toda felicidade que me abunda após meus 30 anos. Antes disso eu tinha depressão por causa do meu consumo de glúten. Só aos 30 me senti renascida, mesmo com o Marcelo já me dizendo adeus. E apesar de ele ser uma grande causa da minha autonomia de felicidade, ele foi apenas um começo.

Eu sou rodeada de grandes pessoas. E amada por elas. E por isso me mantenho reservada e distante, para evitar aumentar meu fã-clube. Não consigo dar conta de tanta gente. Não tenho muito tempo para elas e tenho um voto de fidelidade a elas justamente porque foram elas que estiveram aqui antes, desde que o Rodrigo era um bebê.

Se eu fosse narcisista, diria que Deus me abençoou com meus amigos e amores. E isso não seria justo dizer porque muitas pessoas boas não são felizes. Estão presas a um círculo tóxico, sem expectativas de local social para se abrigar.

Eu adoraria dividir o amor que aprendi com essas pessoas, mas isso me desgasta. Quando você sabe amar, vampiros sentem o cheiro disso e fazem de tudo para absorver essa “energia” que você cultiva. Meu amor, minha forma de amar, é meu maior bem e eu mantenho ele para quem estava aqui, quando eu era favelada, faminta e invisível.

Eu estou tentando ser discreta sobre a minha vida pois desenvolvi fobia social que tem sido curada pelo meu atual namoro. Eu não divido meus problemas com os meus amigos. Eles não sabem o que passei, eu não conto. Mas eu sofri muitos ataques de mulheres. Dentre tantas coisas absurdas que não tenho energia para nem resumir. Eu não tenho energia. O pouco que expus aqui é a ponta de um iceberg. Algumas coisas estão correlacionadas, outras não.

Mas essa pessoa corrente fez tudo parecer um drama de branco, tamanho foi o oceano de perspectivas boas sobre a vida ela trouxe para a minha vida. Foi com naturalidade que eu disse a ela que eu precisava ser consertada. E foi com naturalidade e espontaneidade que ela fez e tem feito coisas que eu nem sabia que eu precisava. E assim mais uma rara pessoa nesse planeta que conhece meu verdadeiro eu existe enfim. Ela é a sétima contando com o Marcelo.

O Negralismo tem 5 princípios, acho, e é a primeira vez que vou registrá-lo aqui nesse blog. Com esses princípios, você pode replicar toda a sua releitura da conjuntura política em que estamos inseridas. São eles:

  1. A Natureza é Amoral
  2. A epistemologia negralista deve ser intelectualmente honesta.
  3. O Negralismo não deve ser maniqueísta por causa do princípio anterior.
  4. Ele é afroginocentrado (Egocentrismo Inteligente).
  5. E por isso mesmo focado no ambientalismo (Egocentrismo Inteligente).
  6. A Tecnologia é a caneta que escreve a História.

A ambição do Negralismo é construir um capital social para a mulher negra equiparado ao do homem branco, e para tanto a sua configuração social de mulher negra deve ser desconstruída. Tudo isso sem demonizar as outras classes (demoniza-se o discurso hipócrita, silenciador e contraproducente) e apelar para uma canonização da mulher negra. Muito pelo contrário, o ponto de partida de construção do capital social da mulher negra é ela mesma, pois ela é por natureza a maior interessada nesse benefício. E só um coletivo forte poderia nos beneficiar. Porém, sem indivíduos fortes, não há coletivo forte, e sem coletivo forte não há luta efetiva. Tudo não passa de performance.

O Negralismo não é feminismo pois ele nunca foi limitado ou reduzido ao gênero. Quando esse rótulo é imposto ao Negralismo, isso é a voz racista querendo subjugar o Negralismo às mulheres brancas. Seria menos desonesto dizer que o Negralismo está sob a égide do movimento negro, já que ele é afrocentrado, resistente ao eurocentrismo. Porém o Negralismo não está sob a égide do MN. Há descompromisso declarado com o MN.

Acontece também que ninguém chama o mulherismo americano ou africano de feminismo, o que já indicia aí o recalque de quem persiste em ver assim. Se o Negralismo fosse feminismo, feministas não odiariam o Negralismo pois ele seria bastante alinhado a ele.

O Negralismo não se limita a discussão de gênero. Isso não é sobre o quanto os homens são maus e nós mulheres somos santas. Isso é inclusive um vício herdado do catolicismo e colide com o 3° princípio do negralismo, que nem é um princípio, mas um destaque necessário oriundo do segundo. O Negralismo também não lê os europeus como a origem da natureza primata dessa espécie. E tampouco a leitura classista do Marxismo.

Negralismo é sobre o Homo sapiens sapiens (que não inventou a exploração de classe, territorialismo e guerra) e sua natureza amoral. O Negralismo é sobre a natureza, bruta e selvagem como ela é. O fato de ele ser afroginocentrado é a minha leitura pragmática de que para reduzir o fenômeno primata de exploração, os vulneráveis devem zelar por si mesmos, já que a ideia de heróis ou deuses é mítica, irrealista e novamente contraproducente. O Negralismo traz então esse espelho sobre a natureza sórdida da mulher negra (por ser um Homo sapiens) que é a mesma dos outros coprimatas de sua espécie. Essas ferramentas desilusórias é para desfazer a ingenuidade da mulher negra que facilita mais ainda seu estupro, violência e exploração de trabalho. O afroginocentrismo é apenas um pragmatismo da visão negralista. Minha proposta é mais inclinada para a preservação do meio ambiente do que da mulher negra. Mas no campo social, a mulher negra é a prioridade.

É tanta coisa a se discutir à luz dos princípios negralistas que eu me enfado facilmente nos grupos onde as discussões não evoluem. Enquanto recém chegadas estão discutindo solidão da mulher negra, eu estou ultra preocupada em comprar uma empresa de tecnologia. Só para exemplificar a diferença do Negralismo. Criei o Negralismo porque senti falta de discussões do naipe dele. E ainda sinto.

Eu fui vítima de pedofilia paterna, exploração infantil, bullying, sou ainda de racismo e misoginia, e também de preconceito  de classe (especialmente pelo povo da Esquerda), mas me debruçando sobre a História dessa espécie, sobre antropologia e sobre a biologia e a geologia também, eu me vejo como um ser com liberdade relativa, para tomar determinadas decisões, evitar determinados percursos, desde que uma visão sistêmica e enxadrista seja valorizada nesse processo. É nesse contexto que nasce o Negralismo. No contexto de pós-escravidão; De pós-tolerância da mulher no mercado de trabalho; Das mídias sociais gratuitas; E de grande incerteza sobre o futuro.

Esse é o meu legado para a sociedade globalizada e as haters são nada mais que previsíveis e justificadas. These are the sapiens. Don’t catch you slippin’ up.

 

Você pode baixar o blogbook na aba lateral do blog. Talvez alguns textos importantes estejam fora dele, mas facilita o trabalho. Fora que materiais digitais são mais vulneráveis à extinção.

Um dos meus último pedidos é que o livro Malika seja divulgado, inclusive a sua versão em inglês.

Se você quiser deixar qualquer mensagem de carinho pelo blog, fique à vontade. Obrigada desde já.

An Ignored Key-Factor of Economy

Publicado: 11 de junho de 2018 em Sem categoria

(Rascunho em formato de academic essay. Depois eu inflo com mais detalhes.)

Economy has been a social problem for Mankind as long as it has existed. Many ideologies, such as communism and economic liberalism, have arose promising to be the best solution for poverty and its derived problems. But when put into practice, they have reproduced or increased a lot of social problems such as genocide and poverty. So, in the end, the question of how human society can reach an effective economic system remains a perpetual dilemma.

As every complex discussion, it’s reasonable to first define what economy is. Economy essentially is the management of scarce resources. It means that we don’t apply economy over a context of abundance. For example, we don’t apply the economy of sand or of salt water because these resources still don’t present the threat of shortage. We also didn’t used to apply economy to petroleum or silicon since they weren’t seen as useful for us. Nevertheless, we are very concerned with our storage of fresh water or oil. So, if we have needed resources in abundance, without the threat of dearth, we don’t have economical issues with them. On the other hand, the lack of resources is a function of the level of competition for them. That means that more people will be competing for limited resources and a larger economical crisis we might have. This leads us to the conclusion that economy is a function of population.

Another point is that nature has been a well established system of fundamental resources for human beings not because it was created perfectly for us, but because we just exist due to the existence of enough resources. For example, in Africa, if we didn’t have calcium or fresh water, our species simply wouldn’t exist. Also, like other animals, we survived for two hundred thousand of years just because we were well established in our environment with enough resources. And, even though nature is not always an infinite source of means and perfect conditions for every originated species, they usually manage the economic problems by simply balancing their population with birth control, made by its own females.

In contrast, Mankind is very far from having a population growth control in order to have resources in abundance. Since the rise of agriculture, colonization and empires, human societies have made efforts towards having a larger population and compounding masses of workers and warriors. Also, different from other species, this management has been made by males instead of females, forcing them to have many children, mostly as a result of non-spontaneous sex granted by a contract of private property – marriage.

Considering these fundamental factors, it is reasonable to conclude that mankind doesn’t have essential economical problems, but a non-management of their population growth. Besides having a lot of ideologies planning organization of roles, functions and distribution of resources, all of these problems could not even be a problem if only the key factor of poverty or scarcity would be rationally managed which is overpopulation.

O eclipse passou em Agosto e grandes mudanças aconteceram sobre a minha vida. Mudanças internas e externas. Estou melhor do que nunca.

E sem tempo para blog.

A única coisa que deixarei por empatia aqui para você, mulher negra, que raramente me lê, é que a metafísica está na contramão da ciência. Muito se crê no ocultismo e muito se apega ao destino por carência de informações “científicas”.

Negralismo é sobre capital cultural, e o cc de hoje é matemático, físico, informático, automatizado. Eu continuo sem fumar. E meu corpo não tolera mais etanol. Meu corpo é meu santuário.

Eu continuo estudando astrologia, mas eu sou eu, eu tenho bases sólidas de ciência, sou ateia (não pandeísta, não agnóstica) estou fazendo o caminho inverso para fins pessoais. Minha vida pessoal é pessoal. Eu vou finalizar com o que eu já disse:

a metafísica está na contramão da ciência. Muito se crê no ocultismo e muito se apega ao destino por carência de informações “científicas”. 

Negralismo é sobre capital cultural, e o cc de hoje é matemático, físico, informático, automatizado.

Que vençam os melhores (isso não são votos, são previsões óbvias rs).

[EM CONSTRUÇÃO, TALVEZ VÍDEO…]

Você, Negra, se identifica?

Publicado: 30 de abril de 2017 em Sem categoria

apenas dois tipos de pessoas interessadas em minha pessoa:

1° Haters

Haters compõem a maioria dos sapiens que se dispõem a prestar atenção em mim e minha vida, porque eles são movidos por um ímpeto bastante masturbatório: me destruir por inveja ou sensação de ameaça aos seus privilégios (às vezes se fazem de amigos apenas para me sabotar).

2° Fetichistas

Os fetichistas nutrem fantasias sexuais comigo e por isso se dispõem a prestar atenção em mim. Geralmente eles são convertidos em haters.

Você prestou atenção que eu grifei e sublinhei a palavra apenas no primeiro parágrafo desse texto? Então, é só isso mesmo. Nem mais, nem menos. Não há mais nada a se dizer, é só isso mesmo. Se você for inteligente mesmo, esse texto em si vai te resumir a condição da mulher negra. Fim.