Mensagem da “Lorrayne”

Publicado: 10 de julho de 2018 em Sem categoria
Essa moça Lorrayne deixou essa inteligente réplica ao meus texto “Por que prefiro as brancas”.  Já faz um ou dois meses, mas vou deixar aqui. Confesso que ainda não li. Brasileiros me dão preguiça…
A pele negra me remete sujeira, podridão, mazelas, inferioridade racial… Uma mulher negra me lembra rameiras imundas nos becos entulhados e abandonados das favelas, usando suas bocas sujas para satisfazer um homem (marginal) com uma bermuda frouxa em seus quadris demasiados estreitos, um boné falsificado e chinelos nos pés mal cuidados.
Sabe o que também é preto? Fezes, trevas e maldade, é tudo o que me faz pensar quando olho uma mulher negra com seus corpos vulgares, os quadris muito grandes e desproporcionais, as coxas obscenamente grossas, que seriam até atraentes, se já não estivesse castigadas por celulites e estrias como um tronco de árvore apodrecido. Seus braços fortes e masculinizados, as faces grosseiras de ângulos deselegantes e os seus cabelos duros e sujos como o mato de um pântano grotesco.
Uma mulher negra me faz pensar exatamente nisso… Em um cavalo, um animal, um produto de fetiche para satisfazer homens que desejam mulheres com aspecto de outros homens.
Eu gostaria de dizer que eu gosto de negras… Mas fazer sexo com uma negra ou expressar qualquer nível de envolvimento amoroso com essa raça é como me deitar e amar sexualmente e amorosamente um macaco ou um cavalo, eu poderia tentar humanizá-las claro…O mais perto que uma negra está com uma comparação com um humano é ser se a compararmos com uma prostituta. O que seria muito apropriado se considerarmos a porcentagem de mulheres negras no ramo da prostituição ou servindo como vadias particulares de bandidos.
Cavalo, macaco, animal e prostituta… Como amar uma mulher negra se eu gosto de beleza, elegância, vida e pureza?
***
Inverti propositadamente o seu posicionamento racista no texto. Agora eu lhe questiono… Onde termina a opinião e inicia o discurso de ódio em seu texto e o meu?
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O Eurocentrismo do Marxismo

Publicado: 10 de julho de 2018 em Sem categoria

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Obviamente isso é só uma discussão rasa de uma visão mais profunda. E essa falsa dicotomia que geralmente me mandam quando eu critico o comunismo já é reflexo do racismo em si, pois anarquismo é antigo e ultra conhecido, só pra exemplificar.

 

Fim do Blog

Publicado: 11 de junho de 2018 em Sem categoria

Meu filho ontem estava falando desse blog e eu não lembro o contexto. De qualquer maneira foi uma menção muito rápida. Lembro que ele disse algo sobre “deixar de ser idiota” mas era em relação às mulheres negras mesmo na Esquerda em geral. Ele fez 17 anos recentemente.

Eu sei que esse blog é importante e eu mal posso lê-lo sem achar os textos muito foda. É um trabalho muito valioso e se eu tivesse tempo e energia, eu traduziria para o inglês. Há também textos que eu não escrevi como o Por que eu não apoio mudanças bruscas no sistema, o qual análise julgo ultra importante.

Esse blog foi um blog de transição da Esquerda em geral para o Negralismo, tendo como ponto de despedida o feminismo. Tudo que eu criticaria nele seria referente aos traços de feminismo no meu discurso. Mas eu acho que com o tempo eu fui corrigindo isso.

Minha condição hoje é de pouco se lembrar das coisas. Eu tenho doença celíaca e essa é a minha maior dificuldade na vida. Eu e o meu filho a gente conversa sobre o que foi pior, o que eu cortaria da minha vida pessoal se eu só tivesse uma escolha, o racismo, a pedofilia, o machismo, a maternidade ou a DC. Durante anos eu tinha essa resposta na ponta da língua, a maternidade (mas sem machismo a minha maternidade nem existiria). O Rodrigo cresceu ouvindo essa resposta, bem como os problemas de saúde que a gravidez dele me trouxe. E no fim esses problemas de saúde não foram da gravidez, mas porque eu não era uma pessoa saudável. Nunca fui. Eu era anêmica antes de cortar o glúten desde sempre. Não era nem para eu ter engravidado, acredito que não sou fértil. Tinha SOP (antes de cortar o glúten). Então no fim, agora sem ignorância sobre o meu quadro de saúde, eu me arrependo amargamente em primeira instância de ser celíaca pois todo o resto eu superei, mas falta de diagnóstico durante décadas não. E muita coisa que passei, como depressão, e coisas que não revelo a ninguém, foi por causa dessa doença.

O relato acima é pessoal, e intransferível. O que as outras pessoas pensam sobre isso está fora de discussão pra mim. Quem não entende de DC não compreende como é ter um cavalo de tróia concreto sobre o seu corpo físico, limitando seus sonhos, atrapalhando seus esforços.

Saúde é essencial. E eu preferia ter saúde pois foi a única coisa que particularmente eu não superei. A única coisa. Eu cuido da minha saúde mas o mal já está feito. E se eu não tivesse DC, eu teria um happy ending. Eu, Keli, especificamente, teria um final feliz.

Mas ainda assim nenhum do meu discurso sobre racismo, machismo, pedofilia e maternidade sofre qualquer impacto de amenização só por causa das minhas experiências pessoais porque essas coisas não afetam apenas a minha vida.

Eu gosto muito do Negralismo e gostaria de tê-lo conhecido aos 15 anos. Até 21 anos já estaria bom. Eu não teria cursado faculdade de física por exemplo, mas sim engenharia. Não falaria francês, mas espanhol. Não teria sido amante de homem negro. Não teria traído o Marcelo. E apenas conferiria as mulheres se comportando da forma como o Negralismo as retrata, me mantendo distante e poupando minha energia e saúde mental.

E o mesmo eu penso sobre o diagnóstico da minha doença. Mas esse foi o meu curso de vida. Não dá pra mudar e sou sábia demais para me manter fixada em arrependimentos. E apesar do corrente e aparente tom melancólico, eu só estou com cólica. Eu sou uma mulher muito feliz.

Eu me lamuriei ali em cima sobre não ter happy ending, mas você ignora que eu sou hipocondríaca. Eu passo um bom tempo imaginando detalhes sobre o meu velório. Geralmente é uma festa com músicas alegres e debochativas. E aparentemente eu tinha 35 ou 36 anos. Mas quando falo de não ter happy ending é justamente porque sinto a vida curta demais para toda felicidade que me abunda após meus 30 anos. Antes disso eu tinha depressão por causa do meu consumo de glúten. Só aos 30 me senti renascida, mesmo com o Marcelo já me dizendo adeus. E apesar de ele ser uma grande causa da minha autonomia de felicidade, ele foi apenas um começo.

Eu sou rodeada de grandes pessoas. E amada por elas. E por isso me mantenho reservada e distante, para evitar aumentar meu fã-clube. Não consigo dar conta de tanta gente. Não tenho muito tempo para elas e tenho um voto de fidelidade a elas justamente porque foram elas que estiveram aqui antes, desde que o Rodrigo era um bebê.

Se eu fosse narcisista, diria que Deus me abençoou com meus amigos e amores. E isso não seria justo dizer porque muitas pessoas boas não são felizes. Estão presas a um círculo tóxico, sem expectativas de local social para se abrigar.

Eu adoraria dividir o amor que aprendi com essas pessoas, mas isso me desgasta. Quando você sabe amar, vampiros sentem o cheiro disso e fazem de tudo para absorver essa “energia” que você cultiva. Meu amor, minha forma de amar, é meu maior bem e eu mantenho ele para quem estava aqui, quando eu era favelada, faminta e invisível.

Eu estou tentando ser discreta sobre a minha vida pois desenvolvi fobia social que tem sido curada pelo meu atual namoro. Eu não divido meus problemas com os meus amigos. Eles não sabem o que passei, eu não conto. Mas eu sofri muitos ataques de mulheres. Dentre tantas coisas absurdas que não tenho energia para nem resumir. Eu não tenho energia. O pouco que expus aqui é a ponta de um iceberg. Algumas coisas estão correlacionadas, outras não.

Mas essa pessoa corrente fez tudo parecer um drama de branco, tamanho foi o oceano de perspectivas boas sobre a vida ela trouxe para a minha vida. Foi com naturalidade que eu disse a ela que eu precisava ser consertada. E foi com naturalidade e espontaneidade que ela fez e tem feito coisas que eu nem sabia que eu precisava. E assim mais uma rara pessoa nesse planeta que conhece meu verdadeiro eu existe enfim. Ela é a sétima contando com o Marcelo.

O Negralismo tem 5 princípios, acho, e é a primeira vez que vou registrá-lo aqui nesse blog. Com esses princípios, você pode replicar toda a sua releitura da conjuntura política em que estamos inseridas. São eles:

  1. A Natureza é Amoral
  2. A epistemologia negralista deve ser intelectualmente honesta.
  3. O Negralismo não deve ser maniqueísta por causa do princípio anterior.
  4. Ele é afroginocentrado (Egocentrismo Inteligente).
  5. E por isso mesmo focado no ambientalismo (Egocentrismo Inteligente).
  6. A Tecnologia é a caneta que escreve a História.

A ambição do Negralismo é construir um capital social para a mulher negra equiparado ao do homem branco, e para tanto a sua configuração social de mulher negra deve ser desconstruída. Tudo isso sem demonizar as outras classes (demoniza-se o discurso hipócrita, silenciador e contraproducente) e apelar para uma canonização da mulher negra. Muito pelo contrário, o ponto de partida de construção do capital social da mulher negra é ela mesma, pois ela é por natureza a maior interessada nesse benefício. E só um coletivo forte poderia nos beneficiar. Porém, sem indivíduos fortes, não há coletivo forte, e sem coletivo forte não há luta efetiva. Tudo não passa de performance.

O Negralismo não é feminismo pois ele nunca foi limitado ou reduzido ao gênero. Quando esse rótulo é imposto ao Negralismo, isso é a voz racista querendo subjugar o Negralismo às mulheres brancas. Seria menos desonesto dizer que o Negralismo está sob a égide do movimento negro, já que ele é afrocentrado, resistente ao eurocentrismo. Porém o Negralismo não está sob a égide do MN. Há descompromisso declarado com o MN.

Acontece também que ninguém chama o mulherismo americano ou africano de feminismo, o que já indicia aí o recalque de quem persiste em ver assim. Se o Negralismo fosse feminismo, feministas não odiariam o Negralismo pois ele seria bastante alinhado a ele.

O Negralismo não se limita a discussão de gênero. Isso não é sobre o quanto os homens são maus e nós mulheres somos santas. Isso é inclusive um vício herdado do catolicismo e colide com o 3° princípio do negralismo, que nem é um princípio, mas um destaque necessário oriundo do segundo. O Negralismo também não lê os europeus como a origem da natureza primata dessa espécie. E tampouco a leitura classista do Marxismo.

Negralismo é sobre o Homo sapiens sapiens (que não inventou a exploração de classe, territorialismo e guerra) e sua natureza amoral. O Negralismo é sobre a natureza, bruta e selvagem como ela é. O fato de ele ser afroginocentrado é a minha leitura pragmática de que para reduzir o fenômeno primata de exploração, os vulneráveis devem zelar por si mesmos, já que a ideia de heróis ou deuses é mítica, irrealista e novamente contraproducente. O Negralismo traz então esse espelho sobre a natureza sórdida da mulher negra (por ser um Homo sapiens) que é a mesma dos outros coprimatas de sua espécie. Essas ferramentas desilusórias é para desfazer a ingenuidade da mulher negra que facilita mais ainda seu estupro, violência e exploração de trabalho. O afroginocentrismo é apenas um pragmatismo da visão negralista. Minha proposta é mais inclinada para a preservação do meio ambiente do que da mulher negra. Mas no campo social, a mulher negra é a prioridade.

É tanta coisa a se discutir à luz dos princípios negralistas que eu me enfado facilmente nos grupos onde as discussões não evoluem. Enquanto recém chegadas estão discutindo solidão da mulher negra, eu estou ultra preocupada em comprar uma empresa de tecnologia. Só para exemplificar a diferença do Negralismo. Criei o Negralismo porque senti falta de discussões do naipe dele. E ainda sinto.

Eu fui vítima de pedofilia paterna, exploração infantil, bullying, sou ainda de racismo e misoginia, e também de preconceito  de classe (especialmente pelo povo da Esquerda), mas me debruçando sobre a História dessa espécie, sobre antropologia e sobre a biologia e a geologia também, eu me vejo como um ser com liberdade relativa, para tomar determinadas decisões, evitar determinados percursos, desde que uma visão sistêmica e enxadrista seja valorizada nesse processo. É nesse contexto que nasce o Negralismo. No contexto de pós-escravidão; De pós-tolerância da mulher no mercado de trabalho; Das mídias sociais gratuitas; E de grande incerteza sobre o futuro.

Esse é o meu legado para a sociedade globalizada e as haters são nada mais que previsíveis e justificadas. These are the sapiens. Don’t catch you slippin’ up.

 

Você pode baixar o blogbook na aba lateral do blog. Talvez alguns textos importantes estejam fora dele, mas facilita o trabalho. Fora que materiais digitais são mais vulneráveis à extinção.

Um dos meus último pedidos é que o livro Malika seja divulgado, inclusive a sua versão em inglês.

Se você quiser deixar qualquer mensagem de carinho pelo blog, fique à vontade. Obrigada desde já.

An Ignored Key-Factor of Economy

Publicado: 11 de junho de 2018 em Sem categoria

(Rascunho em formato de academic essay. Depois eu inflo com mais detalhes.)

Economy has been a social problem for Mankind as long as it has existed. Many ideologies, such as communism and economic liberalism, have arose promising to be the best solution for poverty and its derived problems. But when put into practice, they have reproduced or increased a lot of social problems such as genocide and poverty. So, in the end, the question of how human society can reach an effective economic system remains a perpetual dilemma.

As every complex discussion, it’s reasonable to first define what economy is. Economy essentially is the management of scarce resources. It means that we don’t apply economy over a context of abundance. For example, we don’t apply the economy of sand or of salt water because these resources still don’t present the threat of shortage. We also didn’t used to apply economy to petroleum or silicon since they weren’t seen as useful for us. Nevertheless, we are very concerned with our storage of fresh water or oil. So, if we have needed resources in abundance, without the threat of dearth, we don’t have economical issues with them. On the other hand, the lack of resources is a function of the level of competition for them. That means that more people will be competing for limited resources and a larger economical crisis we might have. This leads us to the conclusion that economy is a function of population.

Another point is that nature has been a well established system of fundamental resources for human beings not because it was created perfectly for us, but because we just exist due to the existence of enough resources. For example, in Africa, if we didn’t have calcium or fresh water, our species simply wouldn’t exist. Also, like other animals, we survived for two hundred thousand of years just because we were well established in our environment with enough resources. And, even though nature is not always an infinite source of means and perfect conditions for every originated species, they usually manage the economic problems by simply balancing their population with birth control, made by its own females.

In contrast, Mankind is very far from having a population growth control in order to have resources in abundance. Since the rise of agriculture, colonization and empires, human societies have made efforts towards having a larger population and compounding masses of workers and warriors. Also, different from other species, this management has been made by males instead of females, forcing them to have many children, mostly as a result of non-spontaneous sex granted by a contract of private property – marriage.

Considering these fundamental factors, it is reasonable to conclude that mankind doesn’t have essential economical problems, but a non-management of their population growth. Besides having a lot of ideologies planning organization of roles, functions and distribution of resources, all of these problems could not even be a problem if only the key factor of poverty or scarcity would be rationally managed which is overpopulation.

O eclipse passou em Agosto e grandes mudanças aconteceram sobre a minha vida. Mudanças internas e externas. Estou melhor do que nunca.

E sem tempo para blog.

A única coisa que deixarei por empatia aqui para você, mulher negra, que raramente me lê, é que a metafísica está na contramão da ciência. Muito se crê no ocultismo e muito se apega ao destino por carência de informações “científicas”.

Negralismo é sobre capital cultural, e o cc de hoje é matemático, físico, informático, automatizado. Eu continuo sem fumar. E meu corpo não tolera mais etanol. Meu corpo é meu santuário.

Eu continuo estudando astrologia, mas eu sou eu, eu tenho bases sólidas de ciência, sou ateia (não pandeísta, não agnóstica) estou fazendo o caminho inverso para fins pessoais. Minha vida pessoal é pessoal. Eu vou finalizar com o que eu já disse:

a metafísica está na contramão da ciência. Muito se crê no ocultismo e muito se apega ao destino por carência de informações “científicas”. 

Negralismo é sobre capital cultural, e o cc de hoje é matemático, físico, informático, automatizado.

Que vençam os melhores (isso não são votos, são previsões óbvias rs).

[EM CONSTRUÇÃO, TALVEZ VÍDEO…]

Eu Dançando =D

Publicado: 30 de abril de 2017 em Sem categoria

Você, Negra, se identifica?

Publicado: 30 de abril de 2017 em Sem categoria

apenas dois tipos de pessoas interessadas em minha pessoa:

1° Haters

Haters compõem a maioria dos sapiens que se dispõem a prestar atenção em mim e minha vida, porque eles são movidos por um ímpeto bastante masturbatório: me destruir por inveja ou sensação de ameaça aos seus privilégios (às vezes se fazem de amigos apenas para me sabotar).

2° Fetichistas

Os fetichistas nutrem fantasias sexuais comigo e por isso se dispõem a prestar atenção em mim. Geralmente eles são convertidos em haters.

Você prestou atenção que eu grifei e sublinhei a palavra apenas no primeiro parágrafo desse texto? Então, é só isso mesmo. Nem mais, nem menos. Não há mais nada a se dizer, é só isso mesmo. Se você for inteligente mesmo, esse texto em si vai te resumir a condição da mulher negra. Fim.

What Haters Serve For?

Publicado: 11 de abril de 2017 em Sem categoria

Haters are or envious or privileged people trying to deny and protect their privileges.

But it’s very “interesting” this behavior of haters..:

They first expend their empty lives gossiping and trashing you.

Alright…

The second step so is to propagate an idea that was yours.

Haters are thieves of ideas. Some people call this Cultural Appropriation. Perhaps. It depends on. Are we integrating this function of a power over this curve? So, we call it “Cultural Appropriation”. Cool. But, are we talking about only a specific point? So, Idea Stealing. Right?

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I talked about Cultural Appropriation  <<< here.

That is a behavior so ancient in humanity…

Well, watch out haters and their hated people. Hate is only the first step of a dishonest path.

Of course, haters, for having no talent and being nothing more than fucking unproductive parasites, will invest in a more charming and attractive appearance, to sell their stolen ideas easily. As they pretend not reading “you”, since they hate “you”… Right?

On the other hand, I am very grateful to the fairies and unicorns, that’s a behavior only of males, not females. Vaginas turn people in angelical and very honest persons. Also very empathetic. That’s scientific, didn’t you know that? So, here, I am strictly talking about men.

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This never happens

I recommend so the assassination of all men, and so the dishonesty on world will stop. What fantastic world this would be.

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Listen, people love ideas thieves because people love being cheated. If you are thinking about the career of idea stealer, don’t you think twice, it’s very profitable.

People don’t appreciate the truth because… Well, I talk about that a little bit here.

Of course, yeah, it’s all about Energy and Time War. We have honest people trying to make their own works, and parasites. Of course. And of course I am talking only about men. And some kind of black women, which we know they look like men sometimes, nuh? I mean… they are so brutal and masculinized…

And don’t wonder if soon, if not already, you see feminism sounding as… Negralismo.

Repeat after me:

STEP 1 : Demonization!

STEP 2: Cultural Appropriation/Ideas stealing.

STEP 3: SUCCESS!!!

The system works because their sons are just as it is!!! Have a great life!

P.s: Sometimes I’m afraid of people thinking that I am being ironic, well, sorry for that, but, if it’s not well clear, if you don’t want to deal with dishonest people, walk only around women. You will be safe. So, again, have a nice life…

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OÙ EST LA BLOGGER?

Publicado: 7 de abril de 2017 em Sem categoria

So do you want clues about where the blogger here is?

She is fed up.

Bitter.

Not blind to your cynical behavior.

Not interested in playing your foolish games of lies and fakeness.

Not available to be your toy or personal adviser.

Not interested in being your heroine or idol.

Not interested in your interest about her and her life.

AfromisóginAs* quando não te subestimam na entrada,

Te invejam na saída.

* e afromisóginos.

Stop playing the worried kind about that poor intolerant and unfair black woman that just have made so many grave accusations about you. This role, yeah, it works with average people, true, but with the wiser ones… no… So, your mask falls down there.

I recommend you pretend to have a little bit more of grudge, instead. It would sound more “verossímil (Portuguese word)”.

This eternal role of comprehensive and self-sacrificing in front of my bad behavior… This doesn’t fit.

But, yeah… You have a WHOLE SYSTEM to take advantage of. Yeah, you’re right. 🙂

But…