CALÚNIAS, CINISMO, MITOMANIA, PATOLOGIA

Publicado: 27 de março de 2021 em Sem categoria

Gente, esse texto não é para as pessoas que estão nesses prints, até mesmo porque elas não vão mudar.

Eu estava em um grupo do Telegram recentemente onde infelizmente eu tinha que lidar com brasileiros. Eu não fico em grupos brasileiros e não dividiria um grupo com eles. Mas, fui forçada. Mudei meu nick para “Não Falo Com Bolsomínions (nome)Não Insista bbk(sobrenome)”. Saí do grupo 4 dias depois porque não dava. Obviamente que não daria, mas eu estava precisando das info lá.

Daí uma pessoa que eu já bloqueei no meu zap, insta e etc, me enviou esses prints por e-mail. Eu não a bloqueei porque a desprezo. Bloqueei para ela ter foco na vida dela e alcançar os projetos de 2021. Mas aí ela me enviou esses prints…

Até aqui, tudo bem. Daí, no e-mail seguinte, ela faz a chantagem barata dela (brincadeira), de que só enviaria os prints pelo zap, então desbloqueei. Vou postar os prints. Se o texto como um todo parecer incoerente, é porque eu não tenho muito o que dizer… É lamentável, mas vejo necessidade de expor uma situação exemplo, que não compõe meramente uma bolha isolada, mas um problema sistêmico.

Vou desmentir o que for possível.

Isso é muito ofensivo. Eu não era fã da Conka, mal sei cantar uma música dela. Algumas pessoas me ensinaram nesse ano algumas das músicas dela, e tem a ver com geração tombamento.

Quando eu soube que a Karol Conka iria participar do BBB, eu acabei tretando em um post de uma page no insta sobre notícias afrocentradas, porque eu disse que não via lógica naquele grau de rebaixamento dela de participar de um reality show brasileiro. A treta rolou com várias pessoas contra a minha opinião, mas foi uma dúvida minha bem sincera. Eu não estava entendendo nada. Depois tudo ficou elucidado. A Karol é tão baixa, ou alta, quanto o BBB. A essa altura, você sabe que eu sou do time “não assisto BBB”. Essa cantora negra conseguiu me fazer assistir alguns clips do programa. Ela me matou do coração, eu tive gastrite nervosa, eu acabei sendo vítima da TV Globo, emissora que desprezo desde meus 10 anos de idade e esse desprezo significa “não assistir”. Com 14 anos, eu estava assistindo Cidadão Kane, coisa que um milênio não sabe o que significa assistir Cidadão Kane, no Brasil, sendo pobre, e na década de 90. Meu desgosto pela Globo é brutal e antigo. Mas fui marionete dessa emissora graças a essa cantora.

Assim, isso é só uma ponta. Eu passei mal com o que essa mulher fez contra o Lucas. Eu não apoiaria ela em 2010, 2014, e muito menos em 2021. A moça do print não assiste BBB e não sabe do que tá falando. Ela assistiu NADA. Mas os clipes que eu assisti me fez vomitar. Mas não odeio a Karol… Queria que ela indenizasse o Lucas. Eu disse várias vezes nesse período aí que aquilo era um caso de narcisismo. De uma pessoa neutra pela Karol Conká, mas muito tendenciosa a apoiá-la porque ela é negra, eu passei para uma pessoa que a considera um desserviço inacreditável. Minha expressão diante da tela foi

Bem, achei bem ofensivo eu ser comparada a ela. Mas parece que não foi uma atitude passiva-agressiva da Naracha já que ela é quem usa o avatar da Karol. Não imaginava de a Karol ter supporters a essa altura, mas BBB21 é algo que já deu e eu queria que nunca tivesse existido. Eu tô longe das redes sociais, sei nada do que rolou depois que ela saiu da casa. Quer me ofender, me compare a Karol. Porém, isso não me tiraria do sério. Apenas não seríamos amigas.

Outra coisa que me afasta das pessoas, e quem me conhece de verdade sabe disso, é mentira. Nas redes sociais, conheci muita mulher mentirosa. Você tem interesse em compreender esse fenômeno? Eu também, mas não estou com tempo. Tô fazendo isso aqui pelo Negralismo. Será que eu preciso explicar por que esse post é necessário?

Vamos voltar aos prints.

Repare que aqui ela me chama de Kelly
Plot Twist! Aquele relacionamento tóxico era apenas paixão desenfreada da outra parte. Uau! Como eu sou ingênua e confundi tudo.

Eu nunca fui apaixonadíssima pelo meu namorado. Mas mesmo quando eu ainda tinha crush por ele, ainda, lá em 2017, eu sabia o nome dele. Eu não errava. E o nome dele é estrangeiro e com várias versões. Conheci ele, desenvolvi crush em duas semanas, e a essa altura não errava o nome dele. Mas nunca fui apaixonadíssima. Nem tendo apenas crush ou sendo apaixonada, eu erro o nome da vítima da pessoa. Eu troco o nome, mas por outro nome (infelizmente tenho esse defeito constrangedor), mas não escrevo o nome da pessoa errado. Não chamaria uma Vanessa de Wanessa, por exemplo, caso eu tivesse um crush por ela. Compreendido?

Mas se você erra o meu nome, não ache que eu me importo. Minha mãe e meu irmão escrevem meu nome errado. Minha mãe me ensinou meu nome errado. Eu descobri meu nome com 9 anos, levando esporro de professora por falsidade ideológica.

Eu não corrijo as pessoas porque não tenho menos de 18 anos. Já tive tempo de sobra para calcular que não vale a pena e que ninguém é obrigado a se lembrar da grafia anômala do meu nome. Pode me chamar até de Queli. O pessoal é muito versátil e isso faz nem cócegas na minha autoestima. Saber escrever meu nome e saber minha data de nascimento não é sinônimo de que você tem crush por mim. Mas escrever meu nome errado é sinônimo de que você nunca foi apaixonadíssima por mim.

Eu nunca disse que eu era professora de Física e em Federal. Até entendo a confusão, mas não fui eu quem disse isso, insinuei isso ou induzi alguém a pensar isso. Mas eu compreendo a confusão, já vi gente chegando até mim dizendo isso, faz sentido a confusão, mas isso não é verdade. Quem me conhece, de verdade, sabe inclusive que odeio dar aula. De Física em especial. Eu daria aula de algo que eu não valorizo, ou não domino, justamente para aprender a gostar e aprender. Física? Aula? Nem em Federal brasileira. Em um país escandinavo ou africano… Aí sim.

Quem tiver interesse no meu lattes, não é difícil de encontrar… Basta saber no mínimo o meu primeiro nome. Já vi gente mentindo absurdos propositais sobre a minha formação acadêmica. Porém… Lattes.

Não entendo…

Nossa, vou pular esse comentário da Karla. Peça a ela para fundamentar por que ela me acha individualista ou narcisista com prints ou clipes de áudio, ou vídeo, já que ela não me conhece pessoalmente, logo, as únicas fontes seriam assim. É bem bizarro considerar o que é o Negralismo e ler essas coisas. Porém, faz parte. Serve de contraexemplo, ao menos.

Aline, não lembro de você. Mas você também não deveria ter sumido? Quem usa Facebook hoje em dia? Conhece o Quora? Sai do Facebook e vai para o Quora.

Isso não é verdade.

Isso não é verdade. Essas moças falam como se me conhecessem. Sobre essa moça, se ela acha que eu a odeio, é porque ela desconfia que eu sei das coisas que ela dizia sobre mim e agora distorce. Mas odiar?

Existem pessoas que me causam ódio. Mas essa moça não tá na minha lista. Ela tá na minha lista de decepção, ódio não. Pra eu odiar ela, ela teria que ter fingido que leu meu livro e vir me dizer que leu, como se eu fosse uma idiota pra não saber que ela não leu. Não entendeu a referência? Eu não tô falando dessa moça, tô jogando indireta para pessoas que realmente me tiram do sério. Essas sim me deixam puta.

Outro dia, a Júlia de Paula, mesmo sobrenome do meu filho, falou mal de mim no Facebook e instrumentando meu filho, dizendo que sente pena dele. Hoje ele é um dos maiores divulgadores do meu podcast. Os amigos dele me adoram e a única ponte entre eles e eu é o meu filho que vive me elogiando e me tem como o mínimo que um brasileiro deveria ser. Não o topo, mas o mínimo. O jovem rapaz é uma ilha, verdade, porque ele extrapolou nas exigências, mas um dia ele acaba cedendo por não levar o ser humano tão a sério. Mas a Júlia de Paula sim me tirou do sério, mas não quando ela fez aquele post que fez um monte de gente vir me perguntar se eu tava bem (eu tava, óbvio), mas meses antes quando ela perguntou em um grupo do Facebook: “Tá, mas por que a gente não deve tomar leite, se a gente é mamífero?”.

Aquilo me traumatizou e por isso excluí todo mundo do meu Face. Todo mundo. Se eu fosse branca, eu teria ficado visivelmente roxa. E deixa eu explicar detalhes sobre a minha persona antes de você me achar exagerada. Eu sou fã de comédia britânica. Eu vou citar referências do humor britânico pra você ter dimensão do que eu curto: Ricky Gervais, The Office, The ITCrowd, The Tiger Lilles, (muitas sitcoms britânicas acessíveis). Nos EUA, Larry David, Woody Allen até eu ter o primeiro contato com a denúncia da filha dele, Lil Dick, The Office, Steve Carell, Louis CK (R.I.P), Parks and Rec, Aziz Ansari, e muitos outros… Então, esse humor sarcástico, eu não apenas domino, como sou fã desde a minha adolescência. Então, não, a Júlia não estava sendo sarcástica, fazendo piada, quando ela postou essa em um grupo do Face chamado “Precisamos Amar Todas As Mulheres Não Importa O Quão Parasitas Elas Sejam E Isso Fique Explícito Nas Perguntas Retardadas Que Nem Meu Filho Faria Aos Oito Anos E Em Forma De Pergunta Retórica”. Aquilo sim me tirou do sério, me causou traumas, nunca mais esqueci e decorei o nome e sobrenome da pessoa não porque eu era apaixonadíssima por ela, mas porque eu precisava de mecanismos que limitassem meus olhos de prosseguir lendo.

name = user.request()

name = name.lower()

if name in [ “júlia de paula”, “julia de paula”, “juliadepaula”]:
return skip()

Mas mentiras também me tiram do sério. Quem me conhece, de verdade, e não pela rede, com base em posts, suposições e variações disso, sabe disso.

Contudo, pessoas mentirosas, mitomaníacas e eu não combinamos, porque eu sou uma ameaça a elas. Eu detecto incoerências, aponto, exponho, e só restam a elas buscar o recanto da fofoca sem a minha presença e versão para desmentir. Teoria dos jogos explica.

UAU. “Por você ser clara que nem ela??”

Essa moça, Monique (Mitomaníaca 2), ela é negra, bem mais escura do que eu. Tipo… Onde ela é sequer clara? Eu que deveria ser chamada de clara por ela. Pelamor. Parece que a Naracha tá sendo passiva-agressiva aqui, mandando indireta pra ela, numa piada interna. Essa explicação é a minha favorita, e favoreceria ela, francamente, porque parece deboche de tão absurdo o comentário.

Não foi assim. Não foi nada assim. Desvio para distrair.

Eu odiar alguém por ser burra…

Acho que ela jamais faria a pergunta do beber leite e ser mamífero. Jamais. Mas, Júlia de Paula à parte, vocês acham mesmo que eu achava essa moça burra? Só se for burra nas decisões quanto à vida dela. Mas nessa matéria eu sou nenhum gênio, me condeno bastante. Agora, burra? Essa menina é letrada, estava fazendo faculdade na UERJ quando a conheci, só não lembro o curso. Ela escreve bem, escreve melhor do que eu. E eu sou uma pessoa que valoriza a maneira como a pessoa escreve. Isso para mim é indicativo de uma mente organizada, e valorizo isso porque já reduz muitos problemas de lidar com pessoas esquizofrênicas no meu dia a dia. Eu jamais tive nenhuma atitude em frente a ela que a levasse a pensar assim. A minha interpretação é que ela mente tanto que não tem personalidade e se perde nas próprias mentiras e nas próprias linhas de raciocínio. Não acho que ela achou um dia mesmo que eu a achava burra e ela jamais terá uma textos meus dizendo isso. Se ela falasse “nossa, acho que ela não gostava de mim porque eu chamei ela de Kátia ou porque minha higiene deixa a desejar” faria muito mais sentido pra mim. Contudo, eu não odiaria ninguém por isso porque eu erro o nome das pessoas com quem tô transando, inclusive (infelizmente), e estou na contramão de ser a rainha da higiene. Eu acho que depressão e drogas deixa a gente muito vulnerável a conter a entropia da bagunça e sujeira. A gente naturalmente desanima e os rituais de limpeza e organização ficam de lado. Eu sou super vulnerável a isso, e inúmeras mulheres que não têm empregadas são. Tipo, faria sentido pensar que meu dessabor é por isso, mas para quem me conhece de perto, isso não faria sentido. Por outro lado, pelo intelecto acadêmico dela não. Eu não acredito que ela um dia chegou a pensar isso de mim. Quem deveria pensar isso de mim, e com muita razão, é a Júlia de Paula. Mas eu tive que dizer isso a ela explicitamente para ela entender. Ela nem achou grave porque pessoas ignorantes desfrutam do privilégio de não sentir o fedor da própria ignorância.

Sobre inventar coisas sobre ela, indubitavelmente falso. Indubitavelmente. Isso é mais um caso de projeção. É bem triste o caso dessa moça. Nada do que ela faz é engraçado apesar de eu tentar narrar nessa atmosfera de humor britânico. Mas é meu mecanismo de defesa diante desse canibalismo social.

Eu usava algo que não apenas não sabia, como tenho certeza de que é mais uma mentira.

Ardilosa é você. Você sim me irritou e bastante. Você não tem personalidade. Final de 2015 eu postei um pedido para alguém fazer os desenhos da Malika, várias minas se dispuseram, muitas com a o trabalho foda, e em nome da negritude feminina, eu dei preferência ao seu pedido voluntário. Atrasei a publicação por sua causa, e no fim você disse que enviou por correios. 4 semanas depois nada. Nunca chegaram os desenhos. Isso após você prorrogar e prorrogar a entrega. Até material de desenho você pediu e eu mandei o dinheiro. Agora, nunca tivemos nenhum tipo de experiência de flerte, de nenhuma parte, muito menos do seu. Você deixa de ser mentirosa. Apaixonadíssima o caralho. Esse tipo de atitude sim me irrita. Mentira atrás de mentira. Você está sempre sendo incoerente.

Nessa época, eu estava namorando uma grande amiga sua, BRANCA, e você vazou mensagens minhas do grupo do zap do Negralismo pra essa mesma amiga, branca, com quem eu estava namorando nada secreto. Você me conheceu na casa dessa sua amiga, eu e sua amiga namorando. Faz zero de sentido a sua paixonite. Não sabe meu nome. Não sabe que odeio gente mentirosa. Foi passiva-agressiva no projeto da Malika, quando teve 4 meses para dizer que não daria conta e para eu passar pra outra. Só me enviava fotos dos desenhos, mas eles nunca chegaram e por isso o livro é ilustrado por um robô. Apaixonadíssima… Você tem paixão por mentir, isso sim. Não gosto de você e isso desde março de 2016. Tem data. Se não foi 2016, foi 2015. Foi no ano do lançamento da Malika e foi com base em descobrir o quanto você é ardilosa, farsante, duas caras e caluniadora. Você é sonsa. Frenemy. E do tipo baixo. Do tipo que depois fica dizendo “ain, inclusive, eu era apaixonada por ela”. Lamentável a forma como você representa as mulheres negras. Acesso à informação e consciência não te faltaram. Eu vou voltar pra falar mais de você. Não parece, mas não lembro nem 20% do que você já fez. Essa aqui é a brisa do iceberg do que você é.

Se esse povo faz isso assim na rede, imagina o que não fazem nas reuniõezinhas dos partidos.

Você não tem o que fazer não? Pergunta retórica.

Eu tive crush por vários héteros paulistas, tudo homem, tudo ex-namorado. Não tô entendendo. Mulher hétera que não foi, mas não vamos perder o enfoque na relevância desse conteúdo e na sua atitude baixa de fofoqueira de varanda. Já sabemos que tipo de senhora idosa você vai ser. E olhem os emojis que usam. Que emojis são esses e por quê? Estamos no Brasil, por acaso, lidando com brasileiras? Vocês estão parecendo brasileiras. Quem é essa Xis Mariana, aliás? Eu lembro do Xis mas não lembro nosso grau de intimidade. Especialmente para tanto enfoque na minha vida amorosa. São tipos assim que me perguntam por que não podemos tomar leite já que somos mamíferos. Affe.

libanov sei lá

Nossa, ela não sabe o nome. Quem acredita nessa cínica? A Naracha era muito amiga dela e tá fazendo a polyanna. A “libanov” sempre se disse bi.

Eita!

Nossa, que conteúdo relevante. Deve assinar o pacote premium de todos os reality shows do Brasil. Se fosse negra, a gente saberia a condição financeira dela, já que notoriamente tem tempo pra focar na vida de uma mulher negra que ela sequer conhece e vice-versa.

Um babadíssimo. Que tópico relevante. Por isso a Keli curtia trocar ideia comigo.

Que briga e que mixer? Assim vemos como mulheres fantasiam demais nas fofocas. Eu não vou mais acreditar em histórias contadas por mulheres sobre outras mulheres. E se agora eu vir um homem fofoqueiro, vou pensar “é mulher trans, com transfobia internalizada”. E como construí esse estereótipo? Essas moças são feministas. Se até feminista tá fofocando na rede, é porque é mais forte do que a vontade de ser “desconstruída da construção social que o patriarcado força elas a ser”. Meu, que mixer? Que briga? WTF!

Nossa, que brancofóbica, Keli. Que aversão gratuita a brancas. Nem deixar a moça se aproximar você deixou, que selvagem. Que risco social.
“Um mov de negras que eu já cansei de postar coisas a respeito no meu facebook mas ou eu tô me fazendo de esquecida agora, ou eu não tenho personalidade. Ah, e eu era apaixonadíssima por ela mas não lembro do nome Negralismo, q coisa rsrsrs”.

Movimento de Negras… Alguém acredita mesmo que essa mulher não sabe que o nome é Negralismo? Passou oito meses em grupos negralistas, do zap inclusive. Sonsiane… Só a ponta do iceberg do que ela é capaz de fazer. Nossa, parece a Rosângela, versão negra. Deveriam ser amigas.

As pessoas comem merda

Nossa, as pessoas nem vivem confundindo pessoas negras, né?

Reação de pessoas que me conhecem aos prints.

Bem, não acreditem em fofocas. Não sejam fofoqueiras. Preciso explicar por quê? Não entendo esse tipo de perfil lendo meus textos ou com ligação com o Negralismo.

Mas, por favor, quando vir esse povo com esse comportamento que eles juram ser típico de bolsonaristas, alerte às pessoas que quem fala de mim é porque deve. A pessoa se incomodou comigo por vícios nela, por que eu faço elas se olharem no espelho e elas não gostam do que veem.

Obviamente eu tô bem melhor que eu estava anos atrás. O Negralismo está com um podcast foda. Se chama Negralistas. Em um dos episódios eu falo da Entropia e mentiras, a relação, dá uma conferida, impossível não ficar apaixonadíssima pela minha fofurice. A da Mari mais ainda.

Bem, eu sou uma pessoa muito agradável de se conviver, na vida íntima. Pergunte isso a quem convive comigo. Na vida real, não no Habbo. Tenho poucas amigas e nenhuma gosta de mulher fofoqueira. Mas não é uma aliança, é uma amizade, entenda. Na aliança, a união acontece por interesses externos aos indivíduos, como o interesse de difamar uma pessoa. Na amizade, o interesse é interno aos indivíduos. Minhas amigas me conheceram quando eu ainda era muito pobre. Sei que a amizade é verdadeira. E nas nossas conversas, mal falamos de nossos parceiros. Mais fácil falarmos de nossos filhos.

Nenhuma dessas mulheres (elas já passaram dos 30) têm provas do que elas estão falando, mas elas se contradizem já nos prints. São pessoas tão acostumadas a mentir para agradar os outros, por mendicância de afeto e atenção, que tendem a rivalizar facilmente com qualquer pessoa que pareça ser competição. Não evoluíram intelectualmente para compreender a importância do capital social para mulheres negras. Eu fiz nada contra essas mulheres ou alguma amiga negra delas. Nada, nunca, jamais. Umas ali estavam na época de defender feminista branca e não querem admitir hoje, e vão inventar narrativas absurdas onde elas se eximem de responsabilidade e me demonizam, mas não admitem os seus vícios. Outras… Tá tudo bem claro. Eu convido a você a seguir essas mulheres, interagir com elas e com o tempo ver como elas são incoerentes.

No Negralismo, um dos princípios é o Não-Maniqueísmo. Isso quer dizer que ódio contra uma pessoa por ela ser branca não faz sentido. A mulher tá fingindo que o Negralismo não existe. Negralismo existe. E a pessoa que criou o Negralismo não é tóxica, nem narcisista. Eu sou mesmo uma mulher negra com uma história de vida pesada de miséria, violência e pedofilia. Confira os princípios negralistas e forme você mesma a sua opinião sobre o Negralismo, não sobre os meus crushs em héteros paulistas. Eu não estou aqui para ser alvo de atenção e vida privada discutida. Eu tô onde eu deveria estar, aplicando o Negralismo na minha própria vida. E essas moças estão lá, ainda nesse comportamento tóxico de mendicância de afeto em redes sociais. Foi para isso que evoluímos, da briga por afeto físico, para o afeto em bytes.

Triste, mas realidade.

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